Cuidados com o uso da chupeta
Se a chupeta já é utilizada sugerimos que os pais tomem alguns cuidados simples e sigam as seguintes orientações:
Dê preferência a chupeta ortodôntica;
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A chupeta não deve ser utilizada após o terceiro ano de vida;
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Evite deixar a criança de chupeta durante o dia;
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Até esta fase sugere-se seu uso apenas para dormir;
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A criança deve sugá-la bastante (uns 5min.) e com força. Quando ela parar de sugar, retire a chupeta;
Chegando a uma certa idade a criança começa a perceber que o hábito de usar chupeta é anti-social. Reforce esta idéia, mas sem exageros.
Para a retirada da chupeta evite tomar medidas drásticas, como trocá-la por um presente ou ameaçar a criança de alguma forma (lobo mau, bruxa, etc.). Também evite falar que vai dar a chupeta para o Papai Noel, coelhinho da Páscoa, bombeiro, polícia, etc. Se a chupeta for retirada de forma traumática e sem que o sistema oral da criança não esteja amadurecido, as conseqüências (angústia, sucção de dedo, de gola de roupas, etc.) podem ser mais graves que seu uso só para adormecer, por exemplo.
Quando o hábito da chamada sucção não nutritiva persiste após o 3 o ano de vida, pode causar diversos efeitos nocivos no desenvolvimento normal da criança, tais como a Síndrome da Respiração Bucal, redução do espaço intra-oral, padrão de deglutição alterado principalmente pela interposição da língua entre os dentes, modificação da articulação das palavras, além de alterações no crescimento e desenvolvimento facial.
Quando o hábito da chamada sucção não nutritiva persiste após o 3 o ano de vida, outros Hábitos Orais estabelecem. Tais hábitos nocivos influem no desenvolvimento normal da criança, como a Síndrome da Respiração Oral , redução do espaço intra-oral, padrão de deglutição alterado principalmente pela interposição da língua entre os dentes e podem alterar outras funções, modificando a articulação das palavras e alterando o crescimento e desenvolvimento facial.
Antes de dar a chupeta para a criança ou de retirar este hábito oral, procure sempre a orientação de um fonoaudiólogo. Lembre-se que o melhor tratamento para estes casos é a prevenção.
Para falar e ouvir procure sempre um fonoaudiólogo.
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Fga.Regina Nicolósi